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Sinceramente, arte

Tu és arte. Ninguém tem que, propriamente, gostar ou entender mas quem o fizer observar-te-á por horas e nunca se irá esquecer da tua única forma de ser obra prima.
Sentes repulsa de mim? Por não ser arte como tu? Eu tento ser.
Olho-me ao espelho, dia após dia, e não vejo mais do que um reflexo. Um reflexo por vezes triste, por vezes contente, mas acaba sempre por ser apenas um reflexo. Queria ser apenas feliz com a simplicidade da vida. Queria apenas parar de querer mais, parar de querer ser arte.
Apesar de seres uma peça no museu da rua não eras delicado, delicada era eu e tu, com a tua mania de seres arte, quebraste-me como uma promessa, uma entre todas as outras que me sussurravas ao ouvido nas nossas viagens de marte à lua, aquelas viagens onde me sentia arte porque era tua.
Enfim, eu não sou arte e apesar de não sentires nada ainda posso amar-te.
(há arte mais verdadeira?)

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