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Sígilio religioso

"Senhor Padre, perdoe-me porque pequei, mas hoje toquei nas partes íntimas de uma menina menor de idade e não senti remorsos da situação apesar de no seio familiar me terem ensinado corretamente a diferença entre o certo e o errado quando tinha a idade da garota a quem roubei, inofensivamente, a liberdade de escolha.
A maneira como ela gritava, confusa e desesperada, fez erguer-se, nas minhas calças, outro tipo de pecado. Lavem-me a cara com água benta, cortem-me o órgão, mas não jurarei que não voltarei a infringir a lei ou a palavra do Senhor. Talvez, julgo eu, que tenha sido uma mensagem de Deus, uma oportunidade de saborear o paraíso antes de me largarem no Inferno à mercê das queimaduras que revestirão o meu corpo pela eternidade que me espera.
Dizem que após se arrastar o primeiro cadáver que a sede de sangue se torna notórias para o nosso instinto animal. Não enterrei a pobre rapariga mas sei que parte dela morreu enquanto os meus dedos ensanguentados deslizavam, dentro e fora, do seu vulto com a idade da minha filha.
O choro dela parecia o dos anjos mas sei que não o é. Já lhe vi o sexo."

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