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re(voltas)-te

"Tenho saudades tuas e sei que é imperdoável voltar, mas..."
MAS... deixa-te de merdas porque falhar e pedir desculpas é fácil e quase que imposto por uma sociedade movida a costumes e valores, difícil é passar dias que parecem eternos a tentar esquecer cada mágoa, cada erro, cada ferida que ainda dura em sarar...
Difícil é quando se esgotam as opções e a única maneira de me manter senil é danificar o cérebro com químicos engarrafados e mal enrolados na pobre tentativa de deixar de ser sã ao ponto de me esquecer cada letra do teu nome.
Fácil foi encontrar-te na cama com outra mulher por bocas e boatos duma vila mesquinha, difícil foi eliminar a imagem do teu corpo agarrado a outro quando sabias que o meu se encontrava em casa deitado e frio.
"... saudades da tua amizade e de tudo o resto que tinha contigo..."
Não me mintas. Olha-me nos olhos e diz-me honestamente que apenas tens saudades do sexo e da adoração, que eu fosse mais um troféu nos teus contactos e no teu colchão (se metesse as mãos no fogo para alimentar o teu ego seria apenas mais um bónus para o teu jogo sociopata).
Não me digas que tens saudades, que me queres mais uma vez.
Nunca me quiseste o suficiente para ficares.
Nunca tiveste dificuldade em te separar do cheiro da minha pele visto que sempre estiveste envolvido noutros perfumes. Era porque o meu era rasca e eu não ligava a marcas ou a rótulos?

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