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Voltamos?

O cenário sempre foi o teu quarto e é com esta memória que parto porque sei que estás farto de ser um fardo na boca de qualquer fala barato. 

Lembra-te de mim como quem escreveu na tua pele com a tinta do paraíso e como quem acordou sempre ao teu lado com um sorriso, que fez por ti sempre o que foi preciso. 
Acabou por ser tudo demasiado vivido, qualquer sentimento tornou-se demasiado sentido e demasiadas palavras foram sussurradas ao teu ouvido e quando digo isto não falo só do meu gemido nem de quando deste por ti despido sem te sentir minimamente perdido.
Conheceste o meu céu amarrado com o inferno, tiveste noção do meu futuro mas notaste que ainda estou presa no passado, que ainda sinto o peso de cada passo mal dado e que me prendo todos os dias em cada cigarro que apago, em cada abraço que eu largo porque cada gesto premeditado não merece ser realizado. 
Deixo-me levar por cada impulso e se algum dia alguém me prender eu juro que corto o pulso, prefiro que me joguem insultos do que pertencer a mais uma cambada de incultos.
Vivi o sonho para acordar num pesadelo, mal eu sabia que é o diabo que cria tudo o que é belo... mesmo assim... vem comigo para um universo paralelo.
E sei que nem notas mas custa-me ver-te pelas costas sem saber se ainda gostas e se queres voltar às nossas voltas, unir as pontas que ficaram soltas. Voltamos a unirmo-nos ou continuamos a esquecermo-nos? 


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