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Um dia...

Nunca fui muito o tipo de pessoa que diz o que escreve mas se for no teu corpo posso fazê-lo agora, se não fica para breve.
E as viagens, as promessas, o apartamento e o cão? Os gritos, as pazes, as marcas e o chiar do teu colchão. Não digo mas escrevo que vou ter saudades mas vou evitar cruzar-me contigo ou cruzar o meu pensamento com a tua imagem, aquela que me lembro tão nitidamente entre as minha as mãos.
Não te vou esquecer mas não te vou amar mais, ou talvez o vá fazer em segredo... não sei e talvez não o saberei proximamente. Até lá festejaremos a flor da adolescência em que nos encontramos, cada um para o seu caminho.
Viverei a minha vida, tropecerei na vida de algumas pessoas que me aparerem a queda e sorrirei assim como possivelmente chorarei com a sua partida, todavia ficarei bem.
Um dia mais tarde combinaremos um café, fumaremos um cigarro e eu darei-te lume e talvez uma chama noturna. No dia seguinte acordarei nos teus braços mas fugirei de madrugada para a chama não se apagar, será um amor eterno.

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